Receba o meu conteúdo GRATUITAMENTE

Sobre Fernando K




Quase uma década depois, surgiu uma oportunidade que oferecia um alívio muito desejado do mundo corporativo e agitado da vida na capital. Me tornei diretor de Tecnologia da Informação de uma escola particular no interior de São Paulo, na cidade de Presidente Prudente, onde eu também dei aulas na área de robótica para estudantes do ensino médio.

Minha entrada oficial na área de EdTech começou em 2006, quando comecei a desenvolver um sistema online para o colégio que inclui a análise de aprendizagem (learning analytics) e ensino adaptativo (adaptive learnig). O Solvy, como é chamado, funciona como complemento para aulas tradicionais ministradas pelos professores (blended education). Na época, o programa era inédito no Brasil.



O desempenho acadêmico dos estudantes melhorou desde a implantação do Solvy, mostrando que ele foi um dos principais responsáveis pelo aumento das notas no ENEM e diminuição de 72,4% no índice de reprova. 

Em 2013, fundei meu próprio negócio: a Appsis Tecnologia, uma empresa dedicada ao desenvolvimento da tecnologia na educação. Nela, além da criação de um aplicativo móvel para o mercado internacional, que recebeu mais de 50.000 downloads desde seu lançamento, fundei, em 2014, o Animoby Games, curso de programação para crianças e jovens, também pioneiro no país.


Desde então, venho promovendo diversos trabalhos na área tecnológica, sempre com a intenção de compartilhar o conhecimento que adquiri ao longo desta jornada. Atualmente, em 2017, estou elaborando uma série de conteúdos sobre como juntar a inteligência artificial com a mecatrônica que são compartilhados no meu canal no YouTube. Ainda, lancei o site Inventor de Sucesso, que quer possibilitar aos inventores o fácil acesso ao seu próprio protótipo.

Um comentário:

  1. A educação precisa de profissionais da tecnologia, mas que estejam ligados efetivamente à educação, para poder entender como a máquina funciona a fim de poder otimizá-la. Tenho visto propostas de tecnologias para a educação, mas tudo solto, sem geração de métricas e resultados, que apoiem as ações dos dirigentes escolares em todos os seus níveis.

    ResponderExcluir